terça-feira, 9 de outubro de 2018

Pequenas Alegrias - Parte 3


Olá, queridos leitores! Tudo massa? Estamos de volta com mais uma parte das Pequenas Alegrias, letra da talentosa Marcela Tais, que nos remete aos melhores momentos de nossa infância! Por não ter separado um tempo para colorir os desenhos, eles estão em preto e branco, mas assim que for possível atualizarei tudo por aqui, blz? Caso não tenham visto, confiram as partes 1 e 2 já publicadas aqui!




Elogiarem sua comida




Alguém aqui manja de cozinhar? Eu comecei por volta dos 16 anos a fazer o almoço em casa, mas nunca fiz um bolo ou torta salgada. Ainda hoje, o pouco de tempero no feijão ou modo de preparar a carne, quando arrancam elogios da esposa, me deixam todo bobo! Na verdade, preciso dar uma inovada no meu cardápio! Esse elogio também vale principalmente para as mamães, ao preparar aquela comida com tanto amor, ou tanta pressa, porque os dias hoje são bem mais corridos que antigamente! E a comida da vovó também não pode ficar pra trás! “Já comeu, meu netinho? Meu fio tá tão magrinho...”


Estar com a família





Apesar de ser uma atividade simples, está se tornando cada vez mais raro reunir toda a família para celebrar os bons momentos. Meus irmãos hoje são casados e já tenho duas sobrinhas (uma ainda a caminho) – e o Super Oliver ainda não conhece a primeira. Também não conseguimos nos reunir na casa de nossos pais depois do nascimento da Super Laura (vocês não fazem ideia do que essa garotinha é capaz). Lembro-me de quando não tínhamos celular, computador e muito menos internet em casa. A gente só almoçava ou jantava quando estava todos reunidos na mesa. Assistíamos aos programas para a família na TV e de vez em quando víamos filmes com um vídeo-cassete emprestado. Brincávamos bastante com os brinquedos de 1,99 e sempre saíamos juntos para ir à igreja ou mercado. Por isso, rapaziada de hoje, aproveite seus pais e irmãos o quanto puder! Esse negócio de se tornar adulto e ter que se virar para manter a casa sozinho não é coisa de amador!


Mensagem de madrugada





Essa é um pouco mais atual, mas para quem teve a adolescência com celular em mãos! Lembro de ter tido meu primeiro celular em 2002, aos 16 anos. A onda nem era ligar para casa ou para os amigos, porque era bem caro, mas enviar torpedos (mensagens ou SMS). Era o que dava pra usar quando se ganhava pouca grana antes dos 18 anos! Mas a questão é: receber mensagem de madrugada e do crush! Não tive esse prazer, pois minha esposa sempre dormiu cedo! Quem passou por isso, compartilhe com a gente nos comentários qual era a sensação! Meu celular só servia como despertador, pra jogar cobrinha e pra minha mãe avisar que eu havia esquecido algo em casa...


Música predileta bem alta




Antes dos revolucionários CDs, quem mandava na área eram os LPs. A versão compacta destes eram as fitas! Se o tocador travasse, a gente usava uma caneta para rebobinar a fita. Quando descobri que gostava de Rock, gravei várias fitas com as músicas e bandas favoritas. Aproveitávamos quando nossa mãe não estava em casa e ouvíamos as músicas na maior altura (ela não é fã de barulho, nós sim). Não devia incomodar os vizinhos porque era um aparelhinho bem fuleiro. Depois melhoramos de vida e adquirimos um tocador de CD! Vários CDs virgens eram preenchidos até os últimos segundos com nossas músicas barulhentas! Valia vassoura como guitarra e pano de prato como cabelo de roqueiro! Bons tempos! Na verdade, isso ainda vale quando estou dirigindo sozinho! Altas viagens no tempo!

Cantar debaixo do chuveiro




Ainda seguindo a onda das músicas, éramos (somos) cantores profissionais quando soltávamos a voz no chuveiro! Não havia voz desafiada, porque o falsete auxiliava nas notas mais altas. Os solos de guitarra também eram dublados por nós, onde fazíamos o solo “igualzinho” às músicas originais. Do lado de fora do banheiro, não eram os gritos dos fãs, mas de nossa mãe: “vai secar a caixa d’água, menino!!!” Pelo menos eu ainda continuo cantando debaixo do chuveiro. Altas músicas.


Dançar na frente do espelho




Quem dançou ou ainda dança na frente do espelho é que sabe! Eu não tenho o que dizer! Hehehe! Meninas, o espaço nos comentários também é de vocês!


Encontrar velho amigo




Essa eu levei um ano para falar, mas finalmente chegou a hora. Encontrei velhos amigos após 10 anos sem vê-los! Foi na época em que saiu a matéria sobre o Museu Militar Brasileiro e do livro Quem mexeu no meu queijo?, lembram? É muito bacana rever o pessoal que passou aperto e momentos de alegria junto conosco. É também como viajar no tempo, como se encontrasse o futuro dos amigos de dez anos atrás ou como se voltássemos 10 anos e revivesse aqueles momentos já citados. Muita coisa mudou nesse período: vários se casaram, alguns tornaram pais, outros infelizmente se divorciaram e seguiram com suas vidas, outros já estão concluindo a segunda pós graduação ou mestrado. Esses são amigos do trabalho, mas vocês já reencontraram amigos do tempo da escola? E os vizinhos que jogavam bola na calçada ou até no meio da rua usando chinelos como travinhas e tentávamos imitar os chutes do Kojiro Hyuga (Captain Tsubasa) com a bola Dente de Leite? Realmente, era uma experiência e tanto! As jogatinas, as conversas até tarde da noite na calçada, a reunião na casa de um e de outro pra assistir aos filmes locados na sexta pra devolver na segunda (fita rebobinada, ou pagaria uma multa)... Tem assunto pra mais de metro, mas encerro por aqui.

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E esse foi mais um Espaço Nostalgia em conjunto com Pequenas Alegrias! Espero que tenham gostado e que participem nos comentários abaixo! Praticamente as lembranças aqui são minhas, de amigos e vizinhos! Até a próxima, pessoal!

Adelmo Veloso

6 comentários:

  1. Foi muito legal lê tudo isso, e tantos comentários sobre amigos e façanhas da época. Tenho otótimas lembranças de quando fui criança feliz.

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    1. Obrigado pela visita! Quando for possível, deixa seu nome pra gente conhecer! Apareça mais vezes!

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  2. Excelente Adelmo! Que o SENHOR JESUS continue abençoando sua vida, família e ministério! Forte abraço ☺

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    1. Super André, obrigado pela visita e apareça mais vezes aqui! Deus te abençoe ricamente! Abraço

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  3. Ah, cozinhar é legal! Até que eu me viro bem, só falta coragem de aprender a usar uma panela de pressão, mas de resto dá tudo certo, e até rolam uns elogios hehehe.
    Parece que todos os pais têm essa mania de querer que os filhos comam aos montes, quando faço uma refeição com os meus pais (olha o momento estar coma família aí!), eu posso até comer um caminhão de comida que no final eles sempre falam "Comeu pouco hoje" hahahaha!

    Essa de escutar música com volume alto eu entendo, também adoro! Se tem algo que faz a gente esquecer todos os problemas por alguns minutos, é uma música bem alta! E eu canto direto, nem precisa ser debaixo do chuveiro XD

    Cara, não sei como é por aí, mas aqui o dia perfeito para reencontrar velhos amigos é dia de votação. É incrível quantos velhos amigos eu encontro em dia de votação, inclusive gente que eu nem lembrava! Só nessa última votação encontrei umas 5 pessoas que eu não via há mais de 10 anos, é uma coisa muito louca!

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    1. Super Ronin!

      Cara, até hoje eu ainda devo pratos diferenciados à minha esposa, mas é vivendo e aprendendo! Já desenrolo um feijão, arroz, carne frita (nunca fiz um churrasco na vida), um café e coisinhas mais simples, mas é vivendo e aprendendo!

      Graças a Deus o Super Oliver come até bem. Levei puxão de orelha do médico no último check-up! Altos vegetais e verduras voltaram ao cardápio, além de esquecer um pouco o querido pãozinho francês... Mas a saúde tá aí! Precismos cuidar bem dela!

      Ouvir música "altão" é tudo de bom! Seja fazendo uma faxina no banheiro, aspirando o carro, limpando a casa ou numa viagem solitária a trabalho ou quando a patroa e o garotão dormem! Altas viagens no tempo! Eu já não tenho tanta coragem de cantar em qualquer lugar, mas canto com a garotada na igreja e em casa de boas...

      Cara, as ocasiões que mais encontrei amigos foram nesse curso ano passado e quando vou à cidade de meus pais. Como vivo mudando de tempos em tempos, acabo fazendo mais e mais amigos por onde passo, mas os velhos estão sempre lá na cidade em que cresci. Nas eleições, pela primeira vez em 12 anos, resolvi tomar uma atitude e acertar o título pelo menos para votar em trânsito, pois eu vivia justificando a ausência...

      Valeu pela vinda, meu nobre! Até a próxima! Abração!

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